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58 mil câmeras de São Paulo a uma senha de distância: o vazamento do Smart Sampa e a falta que faz a segunda etapa de login
Logins e senhas do Smart Sampa, o sistema de videomonitoramento da Prefeitura de São Paulo, ficaram cerca de 11 meses num repositório público na internet. Com eles, a reportagem do UOL entrou na plataforma sem passar por autenticação em duas etapas e viu câmeras de ruas, creches e hospitais. A prefeitura culpa um servidor e nega falha; a segunda etapa de login só veio depois.
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Depois do Einstein, o Sírio-Libanês: invasão a um sistema de relatórios pode ter exposto dados ligados a projetos sociais
O Hospital Sírio-Libanês informou na sexta-feira (16) que um sistema interno de relatórios ligado a seus projetos sociais foi acessado sem autorização em 21 de setembro. Podem estar envolvidos nome, RG, CPF, endereço e contatos — e, em parte dos casos, dados de saúde, raça ou etnia. É o segundo grande hospital de São Paulo a comunicar um incidente em pouco mais de uma semana.
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Ataque hacker ao Einstein: dados de pacientes foram copiados, e a Polícia Federal investiga extorsão
O Einstein Hospital Israelita confirmou que parte da base de pacientes — nome, CPF, data de nascimento e, em alguns casos, prescrições e resultados de exames — foi acessada e copiada sem autorização. A suspeita surgiu em 4 de agosto. A Polícia Federal cumpriu mandados em Joinville (SC) numa investigação sobre ransomware e extorsão.
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Tocantins tira do ar o sistema que paga as contas do estado após tentativas de invasão — uma delas chegou a lançar um pagamento, que o banco barrou
A Secretaria da Fazenda do Tocantins suspendeu o Siafe-TO, sistema por onde passam os pagamentos do estado e de órgãos como TJ, TCE, MP e Assembleia, depois de detectar tentativas de ataque em 2 de outubro. Uma delas gerou uma operação financeira que o banco não autorizou. O governo fala em prejuízo zero e prevê a volta do sistema até quinta-feira.
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Lupo confirma invasão ao sistema de pedidos: nome, CPF e endereço de quem comprou entre 2020 e 2023 podem ter sido acessados
A fabricante de meias e roupas íntimas informou que invasores acessaram, entre 18 e 23 de setembro, o sistema que gerencia os pedidos da empresa. Dados de compras feitas de 2020 a 2023 — nome, CPF, telefone, endereço e detalhes do pedido — podem ter sido vistos. O risco agora é o golpe que já chega sabendo o que você comprou.
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Tribunal de Justiça de Mato Grosso fica uma semana fora do ar após invasão; logins e senhas foram acessados
O TJMT identificou um incidente de segurança em 20 de setembro, tirou o PJe e os demais sistemas do ar, suspendeu atendimento e prazos e acionou as polícias Federal e Civil. O tribunal confirmou que credenciais de rede — logins e senhas cifradas — foram acessadas. Os prazos processuais voltam a correr nesta quinta-feira.
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Brasil já responde por 21% de todo o tráfego de ataque DDoS — como alvo e como origem
Levantamento apresentado no Mind The Sec mostra que o Brasil concentrou 21,4% do tráfego de ataque DDoS mitigado no segundo trimestre. Somos o segundo país mais atacado do mundo e, ao mesmo tempo, a maior origem desse tráfego — porque os aparelhos invadidos estão aqui. E 90% dos ataques duram menos de 10 minutos.
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Um malware brasileiro instala uma extensão fantasma no Chrome e no Edge para assistir tudo
Pesquisadores detalharam uma campanha que atinge o Brasil em 98% dos casos: o malware chega como documento bancário, instala uma extensão que o navegador acha que é legítima e passa a capturar credenciais, cookies, telas e até o conteúdo das páginas visitadas. Quase todas as vítimas caíram executando um arquivo à mão.
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O grupo que invade empresas brasileiras e faz centenas de Pix fraudulentos direto da fonte
Um grupo criminoso com operadores no Brasil parou de mirar o consumidor e passou a invadir direto o sistema financeiro das empresas — bancos, fintechs, processadores de pagamento — para disparar centenas de Pix fraudulentos de dentro. O Google detalhou como eles entram, e a receita começa por um telefonema.
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O acesso à sua empresa virou mercadoria: o malware brasileiro que rouba a porta e revende
Um malware brasileiro não quer o seu dinheiro na hora — quer a chave da sua rede para vendê-la. Ele rouba credenciais, mapeia o que a máquina tem de valioso e anuncia o acesso num mercado clandestino, onde outro criminoso compra para aplicar o ransomware.
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