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Microsoft bate recorde com mais de 1.400 falhas corrigidas em um mês — e uma delas, já explorada, faz o Windows esquecer de avisar
O pacote de outubro da Microsoft corrigiu mais de 1.400 vulnerabilidades, o maior volume da história da empresa. Só uma estava sendo explorada antes da correção: uma falha no Shell do Windows que dribla a marca que acompanha arquivos baixados da internet. A empresa também testou uma nova forma de agrupar as correções para ajudar a priorizar.
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Chave do VirusTotal à venda por US$ 350: o que um comprador enxergaria dos arquivos que a sua empresa já mandou analisar
Um anúncio em fórum criminoso, flagrado em 7 de outubro, oferece uma chave de API 'Enterprise' do VirusTotal por US$ 350. A venda não foi confirmada e não indica invasão ao serviço do Google — mas lembra um detalhe que muita empresa esquece: o conteúdo dos arquivos enviados ao VirusTotal pode ser acessado por clientes pagantes.
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O vírus mora na pasta que o antivírus não olha: invasores usam as exclusões do Microsoft Defender para se esconder
Em vez de desligar o antivírus — o que dispara alarme —, invasores cadastram uma pasta ou uma extensão na lista de exclusões do Microsoft Defender e guardam o malware ali. Uma política do próprio Windows ainda esconde a exclusão até do administrador. A Huntress documentou a técnica em uso real.
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Chave fixa no código: falha no SolarWinds Access Rights Manager permite execução remota sem senha
O SolarWinds corrigiu uma falha de nota 8.8 no Access Rights Manager, o software que controla quem tem acesso a quê dentro da rede. A causa é das mais antigas do manual: uma chave fixa escrita no próprio código. A correção está na versão 2026.2.1.
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Instalador falso de gerenciador de senhas trazia driver assinado pela Microsoft que desligava 145 antivírus
Páginas falsas hospedadas no GitHub imitavam o download oficial de um aplicativo de autenticação. O pacote instalava um ladrão de senhas e, junto, um driver de núcleo assinado pela Microsoft capaz de encerrar 145 produtos de segurança. A mesma estrutura se passava por pelo menos 40 empresas conhecidas.
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Licenças de software paradas: o custo silencioso que aparece quando alguém olha os dados de uso
Toda empresa paga por assinaturas que alguém pediu e ninguém cancelou. A diferença entre supor e saber está nos dados de uso: quais ferramentas a equipe realmente abre, com que frequência e quem depende de cada uma. É uma das economias mais rápidas de conseguir — e uma das poucas que não custa nada a ninguém.
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